Dois amigos vão para Moscou para vender um aplicativo. Quando chegam para a reunião com o cliente, percebem que foram enganados e, após serem expulsos do prédio, decidem usar o programa e vão a um dos pontos de encontro marcados no mapa.
Dentro da boate, após encontrar com duas garotas americanas, um apagão os obriga a sair do local para ver o que aconteceu. Um evento acontece nos céus de Moscou que a principio parece natural, mas logo espalha o pânico entre todos que presenciam o acontecimento.
Seres que absorvem energia começam um ataque, desintegrando as pessoas. Sean (Emile Hirsch - Into the Wild e Alpha Dog) e Ben (The Social Network) se refugiam junto com as Americanas e o cara que os enganou no porão da boate, esperando o momento certo para saírem.
The Darkest Hour se desenvolve bem. Os conflitos entre os personagens e a luta pela sobrevivência são características básicas para o continuidade da história e é bem explorado pelo diretor (Chris Gorak), que não é muito conhecido.
Recomendo para quem gosta do estilo e quer algum filme com bons efeitos visuais.
Digno de bater palmas! Intrigante do início ao fim e sem sequer lhe dar tempo para olhar para as unhas e preparar aquela bela roída! Uma refilmagem do consagrado filme sueco, Män Som Hatar Kvinnor, de 2009.
Esperando se distanciar das consequências de uma condenação por difamação, o jornalista Mikael Blomkvist vai para uma ilha remota ao norte da Suécia onde o assassinato não resolvido de uma jovem garota ainda atormenta seu tio industrialista quarenta anos depois. Abrigado em um chalé na ilha onde o assassino ainda pode estar vivendo, a investigação de Blomkvist o leva para dentro dos segredos dos ricos e poderosos, também o aproximando de uma aliada improvável—a hacker punk Lisbeth Salander.
Lisbeth é a tal garota com tatuagem de dragão. Extremamente rancorosa, ela tem de lidar com alguns problemas. É uma imigrante que sofre para manter-se no país e passa o pão que o diabo amassou para sobreviver, até que conhece Blomkvist e juntos trabalham para desvendar o caso do assassinato. Como investigadora ela é excepcional para o caso.
A grande atuação de Rooney Mara (The Social Network, A Nightmare On Elm Street) lhe rendeu uma merecida indicação ao Oscar 2012 por este filme. Apesar de sua carreira estar apenas no início, fez um ótimo trabalho. Não só por sua forte caracterização, mas sua performance.
Daniel Craig (Casino Royale, Cowboys & Aliens) é aquilo de sempre... beira a ruindade, ser sem tão ruim, e muito longe do ótimo. Mas no geral, não compromete o filme. Além dele, Christopher Plummer (Beginners, The Sound Of Music) faz o velho industrialista, mas fica resumido a um pequeno papel. Plummer neste ano venceu o Oscar 2012 de Melhor Ator Coadjuvante aos 82 anos, por Beginners.
The Girl With The Dragon Tattoo faz parte do primeiro filme de uma trilogia que, ao que tudo indica, terá suas outras duas versões "americanizadas". E para a felicidade de todos, esta é uma refilmagem de qualidade. Que segundo o público, a maioria, superou seu original.
Ah! Trilha sonora com Led Zeppelin e Ozzy Osbourne arrebenta! Direção de David Fincher! Dá para imaginar o quanto esse filme é bom?
Que filme bom!! Os diálogos do filme são bem diretos, com atuações memoráveis e um assunto que apesar de já tão batido, sempre será pesado: racismo.
Como pode existir racismo na cabeça das pessoas? Bom, não vou partir para esse assunto para não desfocar do filme. Mas já fica aqui minha indignação!
The Help conta a história de Skeeter (Emma Stone - Zombieland, Easy A), Aibileen (Viola Davis - Doubt, Law Abiding Citzen) e Minny (Octavia Spencer - Seven Pounds, The Soloist), três extraordinárias mulheres que moram no Mississipi na década de 60, e constroem uma amizade improvável através de um projeto. Esse projeto é um livro, onde seu conteúdo quebra todas as regras sociais impostas pela época. Dessa aliança surge uma irmandade, que mantém firme a coragem de transcender as linhas que os definem, mesmo que isso signifique trazer para todos na cidade uma mudança dos tempos.
A desconhecida atriz Octavia Spencer venceu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante com todos os méritos! E se não fosse a tão aclamada performance da perfeita Meryl Streep, o Oscar de Melhor Atriz poderia ser muito bem entregue a Viola Davis, que cada vez mais desponta como uma das grandes!
Nunca imaginei que um dia poderia gostar de um filme como este! Para a minha grata surpresa, é um filme de passada lenta porém que te prende por te fazer envolver, por mostrar a você que muitas dessas coisas acontecem em nossas vidas, por te jogar na cara um lado podre de uma sociedade do passado que até hoje, passados mais de 50 anos, ainda cometemos os mesmo erros. Herança maldita? Talvez! Mas cada pessoa é uma só e tudo pode ser mudado.
Margaret Thatcher gravou seu nome na história por ousar e ser extremamente determinada sobre onde queria chegar.
The Iron Lady conta sua história, mas o enfoque não é político. Aqui, conhecemos o lado da pessoa, Margaret Thatcher. Se suavizado demais, ou não tão fiel à realidade, como alguns comentaram, não importa tanto. O grande destaque em The Iron Lady é a atuação e caracterização da grande atriz, Meryl Streep (The Devil Wears Prada, Julie & Julia). Seu Oscar foi daquele "já está no papo". A transformação física que a atriz passou para ficar IGUAL à Thatcher é impressionante. Não só a parte corporal, como modos, gestos, fala. uma total imersão na personagem. E uma aula de atuação.
Meryl rouba a cena, encanta com sua atuação. Recordista de indicações ao Oscar (já são 17), com este papel acumula 3 estatuetas.
O filme em si pode nem ser um filmaço, como foi o caso de The King's Speech, no qual a atuação de Colin Firth também lhe rendeu o Oscar ano passado, e o filme foi muito bom, mas Iron Lady é sim um bom filme para assistir. Conhecer mais sobre a vida de Margaret Thatcher, além do que vimos em livros de história na escola, através do cinema é uma experiência muito gratificante.
A produção conta ainda com Jim Broadbent (Moulin Rouge, Gangs of New York) como o marido de Thatcher.
O filme também levou o prêmio por melhor maquiagem. De fato, os caras investiram pesado e transformaram a grande atriz, na grande mulher que ocupou o cargo de primeira ministra por quase doze anos. Comparem:
Se The Artist que merecia levar os 10 Oscars a que foi indicado, levou cinco, Hugo, deveria levar todos, e mais indicações a que não concorreu. Fomos presenteados este ano com duas maravilhosas obras, que primam pela técnica e arte. Aí sim, podemos encarar o Oscar como uma mera formalidade, pois o prêmio de verdade, quem leva é o espectador.
Mas este post é para falar sobre Hugo. Uma aventura, uma simplicidade, uma engenhosidade, uma homenagem! E que homenagem! Nem posso falar muito para não entregar nada dessa história fantástica.
Resumindo, Hugo Cabret (Asa Butterfield - The Boy in the Stripped Pyjamas) é um órfão que vive em uma estação de trem, em Paris (Paris mais uma vez maravilhosamente retratada aqui, assim como em Midnight in Paris), herdou de seu pai, a habilidade de consertar coisas, e lida com engrenagens de relógios com tremenda facilidade. Ele se envolve numa misteriosa situação envolvendo seu pai, um autômato, um estranho senhor dono de uma loja, um bibliotecário, um segurança da estação, e uma menina que lhe ajuda, entre outros personagens curiosos, em situações paralelas à trama principal. Uma das grandes paixões de Hugo é o cinema, e junto a tudo isso, Hugo nos leva a conhecer um pouco da história do cinema. Uma verdadeira aula!
Dirigido por Martin Scorcese (The Departed, Gangs of New York), não pouparam piadas durante a cerimônia do Oscar, sobre onde estariam os bandidos, os mafiosos, os assassinos... Não, Hugo é uma história pura, muito divertida e que agradará os velhos e os novos. Scorcese fez um excelente trabalho na direção.
Atuam grandes nomes do cinema, Ben Kingsley (Ghandi), como Papa George, Christopher Lee (The Lord of the Rings, Star Wars) é o bibliotecário, Jude Law (Sherlock Holmes, Closer) fazendo o pai de Hugo Cabret, o maluco Sacha Baron Cohen (Borat, Brüno) como o atrapalhado segurança da estação, Chlöe Grace Moretz (Kickass, Let Me In), Isabelle, a amiga que o ajuda, entre outros nomes que também figuram no set.
Destaque para as atuações de Ben Kingsley (poderia facilmente ter sido indicado ao Oscar de ator coadjuvante) e Chlöe Moretz. A jovem que despontou em Kickass, ainda vai longe, podem escrever. 15 anos e já com 40 filmes no currículo... Ela é espontânea e atua com uma naturalidade impressionantes. Também poderia ter sido indicada.
A produção, a fotografia, os cuidados com figurino, som, edição, tudo foi minuciosamente bem cuidado, tal qual as milhares de engrenagens que fazem as máquinas funcionarem. No mais, é sentar, assistir e aproveitar! Não tenha medo de ver o trailer, só para dar água na boca! E quem puder, corra aos cinemas para conferir em 3D, que é a cereja do bolo!
Se você já viu o filme, vale a pena conferir este link, com a projeção de Le Voyage Dans La Lune, de 1902, considerado o primeiro filme de ficção científica da história! Uma rápida pesquisa no YouTube traz diversas obras do Mestre Méliès!
Dia 20 de Fevereiro, o Movie Hints completou dois aninhos de existência!!!! ÊÊÊÊ!!! BOLINHO PARA NÓS!!!!! Quem gostou levanta a mão!!! \o/ \o \o/ o/
Pois é. Em ritmo de Carnaval, com muito trabalho e muito videogame, os filmes ficaram um pouquinho encostados... Competir com o Xbox não é fácil, certo, Jack? Enfim, o blog continua, num ritmo mais lento do que no passado, mas nem por isso, deixamos de gostar da sétima arte. E assim, completamos mais um ano no ar, e na mesma semana, tivemos a 84ª cerimônia do Oscar.
Em ritmo frenético, com alguns filmes ainda nem tendo estreado aqui no Brasil, corremos atrás e procuramos assistir os principais, e os mais comentados na mídia, para pelo menos dar nosso parecer e, por quê não, torcer por este ou aquele artista? Vamos então aos breves comentários do que achamos da transmissão: Produção IMPECÁVEL, altíssima qualidade nas apresentações, diálogos mais leves, humor bem dosado, surpresas e emoções! essas palavras definem bem o que foi a premiação de ontem.
Billy Crystal, o apresentador pela 9ª vez, não só salvou a noite, como deu um show de interpretação, coordenação e bom humor! Em meio a algumas polêmicas, pré-Oscar, ele foi escalado no lugar de Eddie Murphy, que desistiu de última hora, quase deixando a galera na mão. E Billy já chegou arrepiando: "...welcome to a Chapter Eleven Theatre...", fazendo menção à falência da Kodak, que cedia o nome ao teatro, agora chamado de Hollywood and Highland Center.
Memorável também, seus poderes de "traduzir os pensamentos" dos atores!!! Momentos marcantes como a sensacional performance do Cirque du Soleil deram o tom da cerimônia.
E... ah sim, os prêmios... sim, os prêmios foram bem distribuídos, algumas surpresas aqui e ali, acabaram consagrando este ano, Hugo, de Martin Scorcese, e The Artist, a genial e ousada obra de cinema mudo e preto e branco. Cinco para cada, sendo os técnicos mais para Hugo e os artísticos, naturalmente, para The Artist. A lista completa dos vencedores do ano pode ser acessada NESTE LINK.
Mas voltem para o Movie Hints! essa semana ainda, poremos os posts de outros grandes filmes! a fila está grande! Não deixem de postar seus comentários. E uma última observação: OBRIGADO A TODOS PELAS VISITAS!!!! Passamos de 5000 e o número vem aumentando cada vez mais rápido! Curtam e compartilhem nosso canal no Facebook. Quanto mais gente, melhor! Até o próximo post!
Paris, realmente, é atemporal. E o diretor Woody Allen transmite esta sensação com maestria em Midnight in Paris. Recheado de estrelas tanto no plano físico (leia-se atores) como ilustres personagens da história que permearam Paris na chamada era de ouro, nos anos 20. Já explico. Owen Wilson (Cars, Little Fockers) é Gil Pender, um escritor americano em viagem com sua noiva e os pais dela à Paris. Ele está finalizando um livro, e aproveita a viagem para tentar buscar inspiração. Profundo admirador do passado romântico da bela cidade, apaixonado por sua riqueza histórica e cultural, tenta em vão fazer sua noiva apreciar as coisas como ele. Inez, interpretada por Rachel McAdams (Sherlock Holmes) já vê as coisas de outro modo, e diverge do noivo, no conceito de "vida perfeita". Ao encontrarem-se com um casal de amigos dela, eles saem juntos, mas Gil se vê isolado em meio a um papo superficial, pseudo intelectual. Cansado, depois de um chatíssimo jantar, ele decide ir para o hotel, enquanto a noiva sai com o casal ainda para curtir a noite parisiense. Gil, perambulando sozinho pelas ruas, acaba se perdendo, e ao bater da meia-noite no relógio, um antigo carro o aborda, com um grupo animado dentro, chamando-o para juntar-se a eles. Sentindo-se mais animado com os novos companheiros, é quando ele se dá conta que alguma coisa está diferente. E logo se descobre em meio aos grandes artistas e pensadores da era que tanto ama: lá está a seu redor, Ernest Hemingway, Scott e Zelda Fitzgerald, Gertrude Stein, Pablo Picasso, Salvador Dali, T. S. Elliot, entre outros grandes nomes que entraram para a história. Como numa "viagem no tempo", sempre à meia-noita, Gil se encontra com seus ilustres amigos e interage com eles. Aí está o ponto chave do filme: se é real, ou imaginário, pouco importa. Woody Allen foi extremamente sutil em retratar pensamentos e ideais de vida cotidiana (tema sempre presente em seus filmes) desta forma. E faz uma ode a Paris, de deixar o expectador com água na boca para visitar e conhecer a cidade. E vale observar que o local é um personagem a parte! O elenco, como comentado, é recheado de estrelas: Marion Cottilard, Kathy Bates, Adrien Brody, e até uma ponta de Carla Bruni e Léa Seydoux. Um filme pra se deliciar com uma história leve, recheado de referências culturais, acessível a qualquer um, mesmo com pouco conhecimento de tantas figuras históricas e obras memoráveis.
Indicado a 10 Oscars, The Artist provavelmente será o grande papa estatuetas desta noite! Sem dúvida, um filme ousado ao extremo, por ser todo produzido como um filme da década de 20, mas nos dias de hoje. Essa ousadia justamente foi o diferencial para o cinema mais uma vez quebrar barreiras!
Arrisco dizer que é bem capaz de levar todas as 10 estatuetas!
A trama se passa em Hollywood, 1927. George Valentin é uma das maiores estrelas do cinema mudo. Certo dia conhece Peppy Miller, uma jovem e ambiciosa figurante, por quem fica fascinado. Mas a chegada dos filmes sonoros marca o fim da carreira de George, e faz de Peppy a nova grande estrela da nova indústria.
O declínio da carreira de George o faz enfrentar a falência e conviver com uma profunda depressão. Enquanto Peggy, sua antiga parceira, colhe os frutos do sucesso. A inversão de sucesso na vida de ambos os faz viver intensas emoções em sua relação.
É impressionante o nível das atuações! Os franceses Dujardin e Bejo foram EXCEPCIONAIS, principalmente se levarmos em consideração a falta do recurso de voz. Até o pequeno cachorro Jack Russell foi brilhante! Bom, na verdade, OS cachorros. Pois foram necessários 3 Jack Russell's para as gravações.
Os atores, além do show de performance, rica em expressão corporal de ALTA qualidade, ainda dançam fascinantemente!!
Não poderia deixar de mencionar a produção que seguiu à risca todos, repito, TODOS os detalhes de uma época já tão distante da atual. Os pequenos detalhes de cenário, maquiagem e figurino são de CHOCAR! E claro, palmas para a direção.
Sem dúvida, trata-se de um filme que virará referência em todos os sentidos! Obra-prima!
Nada mais justo do que um Movie Hint Especial para um filme que mesmo não sendo fanástico tem uma produção e direção impecável!! E claro, sem mencionar a fidelidade em sua adaptação!
Tintin é um jovem jornalista que viaja pelo mundo com seu inseparável cão Milu (Snowy), compra um presente para seu amigo Haddock, porém o presente, um galeão antigo, é roubado. Logo depois descobre-se que nele havia parte de um mapa, então Tintim e seus amigos partem para uma aventura em busca de todas as partes do mapa que podem levar a descoberta de um incrível tesouro.
As Aventuras de Tintin era um desenho animado adaptado dos livros de Hergé conhecidas como "The Adventures of Tintin", uma co-produção franco-canadense, apresentado originalmente nos Estados, num total de 29 episódios, em 3 temporadas. No Brasil esta série foi exibida pelo canal pago Cartoon Network e também fez parte da grade de programação da TV Cultura, a partir de 2003. Além dessa produção existe uma outra versão televisiva chamada "Hergé´s Adventures of Tintin" que foi produzida e apresentada entre 1958 a 1962.
The Adventures of Tintin: The Secret of the Unicorn foi dirigido pelo visionário Steven Spielberg (Minority Report, Schindler's List) e Produzido por Peter Jackson (District 9, Lord Of The Rings). Só com essas informações vocês podem imaginar a capacidade técnica do filme!
Foi anunciado pela Ubisoft que o jogo As Aventuras de Tintin já está disponível nas lojas. O jogo foi produzido pela Ubisoft com a ajuda dos produtores do filme e está completamente traduzido para o português, nas versões para Wii, Xbox 360 e PS3.
As vozes são feitas por: Jamie Bell (Billy Elliot, Jumper) faz Tintin; Daniel Craig (The Girl With The Dragon Tattoo, Cassino Royale) como o vilão Sakharine; Andy Serkis (Lord Of The Rings, Rise Of The Planet Of The Apes) como o Captain Haddock; entre outros.
Creio que muitos julgarão o filme por sua aparência clichê antes de assistí-lo. Pelo poster, você imagina um típico filme americano sobre redenção esportiva, daqueles bem banais com tudo o que tem direito. Mas não! Trata-se de uma obra de arte, muito bem dirigido e com excelentes atuações.
Moneyball é filme é baseado no livro "Moneyball: The Art of Winning an Unfair Game", que por sua vez é baseado na história verdadeira de Billy Beane, gerente geral do time de basebol do Oakland Athletics. O longa foca nas tentativas de Beane de criar um time competitivo para a temporada de 2002 de Oakland, apesar da situação financeira desfavorável da equipe, usando uma sofisticada análise estatistica dos jogadores.
Durante uma visita ao Cleveland Indians, Beane conhece Peter Brand, um jovem recém formado de Yale em economia que possui ideias radicais de como avaliar cada jogador, utilizando somente a matemática, contrariando o conservador meio de "cartolas" do Baseball que enxergam o jogo apenas pelo lado econômico.
No papel principal temos Brad Pitt (Benjamin Button, Tree Of Life), como Billy Beane. Mais uma vez, me fez chegar a conclusão de que já está na hora de Pitt receber um Oscar de melhor ator. Por este papel, ele está indicado ao Oscar, mas seria muito improvável sua merecida consagração, já que o revolucionário filme mudo The Artist promete levar todos os prêmios que concorrer.
Outro indicado é Jonah Hill (Funny People, Cyrus), que faz o economista recém-formado e auxiliar administrativo de Beane (Pitt). É impressionante como atores de comédia se saem muito bem em papeis mais sérios! Hill merece a indicação, ótimo trabalho, para minha grata surpresa!
Philip Seymour Hoffman (Capote, Doubt) tem um papel mais discreto, e nele, prova que continua um ator de ponta! Mesmo com pouquíssimo espaço no filme, como o técnico dos Oakland A's.
Conclusão: Moneyball é um filme para ser admirado por sua essência! O foco dele não é no jogo em si, mas no desafio administrativo e o sentimento de querer provar para si que é capaz!