Se beber não case. Apesar do título apelativo, The Hangover é bom. Dá vontade de estar junto com a galera, lembrar as merdas que fizemos juntos... Mas os malucos fizeram MUITA merda...
O problema é que não se lembram de NADA que aconteceu! Huahahuuah, Visualiza: Você leva o noivo e teus amigos para uma despedida de solteiro, acorda no dia seguinte sem ter ideia do que aconteceu, e quando se dá conta, o noivo sumiu! E eles vão descobrindo todos os absurdos que fizeram ao longo da madrugada, na pista do amigo desaparecido... Insano! Confira!
Quando li a simples sinopse de The Box, não pensei que a coisa fosse se revelar tão complexa no desenrolar da história. Um casal recebe em casa uma caixa de madeira que contém um botão vermelho. Se pressionarem, duas coisas acontecem. Um, eles ganharão um milhão de dólares, dois, alguém que eles não conhecem, em algum lugar, morrerá. Só assistindo o filme para acompanhar o desfecho impressionante! Há toda uma fantasia por trás de tudo, que mistura pós-vida, pesquisas da NASA e segredos da CIA. O filme se passa em 1979, o que contribui para criar a atmosfera misteriosa. Com Cameron Diaz (My Sister’s Keeper), James Marsden (X-Men) e Frank Langella (Frost/Nixon), as atuações não são lá grande coisa, Cameron já teve dias melhores (trocadilho horrível), James Marsden é fraco. O já experiente Langella é quem se sobressai num personegem sombrio, cujo mistério gira em torno. The Box é baseado num curta, o episódio "Button, Button", da série Twilight Zone (Disponível aqui, Parte 1 e Parte 2). The Box vai bastante além da trama exibida no curta. Com a temática do existencialismo, a ganância e o desconhecido, The Box pode não agradar a todos, mas todo bom fã de ficção não sairá decepcionado.
Confesso que decidi encarar esse filme só para ver as curvas da Megan Fox, que me foi apresentada pela primeira vez em um episódio de Two and a Half Men, em que ela faz uma ninfa cheia de charme... Depois, veio Transformers. Aí a menina fez a cabeça da galera, e está aí, como sex simbol ganhando dinheiro com corpo. Mas estava falando sobre que filme mesmo? Ah, sim, Jennifer's Body. Que filme ruim! Feito para promover adolescentes, para um publico adolescente, não tem história, trilha sonora pop, é fraco demais. As pretensas cenas “tensas” me fizeram rir, não dá pra sentir susto nesse filme. Horrível. A Megan Fox não aparece tão sensual assim, então, nem isso salvou. Prefiro vê-la em Transformers ou rever o episódio de Two and a Half Men.
The Men Who Stare At Goats - Grandes nomes nem sempre fazem um bom filme. será que este se salva? estrelado por George Clooney, Ewan McGregor, Jeff Bridges e Kevin Spacey, sobre um batalhão do exército Americano que foi criado para combater inimigos com poderes psíquicos (daí o título, no qual supostamente um homem alega matar cabras com um simples olhar).
A comédia romântica, Did You Hear About the Morgans? com um ator que eu particularmente não gosto, Hugh Grant e a super valorizada Sarah Jessica Parker (Sex & The Citys), provavelmente não verei.
A nova animação 3D dos cinemas, How to Train Your Dragon, dos mesmos criadores de Shrek, pelo trailer tive a sensação de um Avatar em miniatura, com as cenas do menino voando no dragão que remetem às cenas dos Na'vi domando os Ikran (aqueles bichões alados). Parece empolgante para a criançada. Deve render um bom Kids' Hint!
H2: Halloween 2. Já deu, não? preciso comentar? Tudo bem, vai, tem direção de Robie Zombie, sim, o mesmo da banda White Zombie, o cara é ligadão em cinema de terror e rock'n roll, ele dirigia os clipes da própria banda e ultimamente tem se aventurado nos cinemas. Ele participou no Grindhouse, junto com Tarantino e Eli Roth (Hostel, Inglorious Basterds, etc)
A cinebiografia da aviadora Amelia Earhart, em Amelia, primeira mulher a cruzar o atlântico, vivida pela ótima Hilary Swank, com Ewan Mcgregor e Richard Gere.
The Box, suspense com uma premissa intrigante: um casal (Cameron Diaz e James Marsden, o ciclope de X-Men) recebe uma caixa que, se acionado um botão, os deixará milionários, porém, isto implica na morte de alguma pessoa que eles não conhecem.
Woohoo!! É isso que eu chamo de coragem. Um filme com amplo espaço para criatividade, afinal... boa parte do filme se passa num ambiente de imaginação. Coragem porque o filme é audacioso em termos de mercado. Tudo é muito insano, e não creio que atinja todo o tipo de platéia. Bom, pelo menos a mim é um prato cheio!
Doctor Parnassus é um velho sábio, com mais de 1 milhão de anos e que nos primórdios da civilização fez um pacto com o diabo. O problema é que todo pacto traz algo bom e algo ruim, então... as grandes emoções do filme partem daí e das aventuras de suas imaginações.
Parnassus, que é brilhantemente vivido por Christopher Plummer (The Last Station), tem o poder de controlar a mente das pessoas, uma vez que esta entre em seu portal de imaginações. Velho, decadente e na miséria, ele e sua equipe (sua filha, um anão ajudante e um apresentador de shows) vivem no submundo, fazendo peças de teatro em troco de esmolas. Peças que tem como objetivo convidar um espectador para entrar no portal e viver as imaginações de Parnassus. Eis que surgem dois importantes elementos: o diabo (interpretado pelo músico Tom Waits), querendo sua parte do pacto e Tony, vivido por Heath Ledger (The Dark Knight, Brokeback Mountain), que entra para a equipe como marketeiro.
Uma pena Heath Ledger ter morrido no andamento das gravações, pois o filme possivelmente perdeu muito de sua essência. Porém certamente a produtora fez uma belo trabalho substituindo Ledger por Johnny Depp (Pirates Of The Caribbean, Sweeney Todd), Jude Law (Sherlock Holmes, A.I.) e Collin Farrell (Phone Booth, Alexander) em 90% das cenas que exibem a imaginação de Parnassus. Desta forma, o personagem sente sua mudança de rosto quando está na imaginação do Dr.
Ledger estava tão inspirado em 2009 que além do belo trabalho como The Joker (Coringa) ele ARREBENTOU também em The Imaginarium Of Doctor Parnassus! É impressionante sua capacidade vocal e corporal, uma facilidade enorme para dar vozes diferentes para seus personagens. Uma expressão corporal excelente. Ah, e o mais interessante... NADA a ver com o Coringa. Mas claro, não poderia sair ileso dessa... tem um momento que ele diz "Parnassusssssss..." que acabou me lembrando o jeitão sarcástico do Joker! hahahaha... mas essa talvez tenha sido até proposital, já que o filme tem bastante de comédia também.
Todos temos um dentro de nós. Essa é a Tagline de Where the Wild Things Are. E se você resgatar suas lembranças de aventuras imaginárias quando criança lembrará dos momentos divertidos e tristes, de companhia e solidão. Estes sentimentos são mostrados na tela, através do olhar de Max, um menino comum, agitado e ativo, como qualquer criança de sua idade, mas que sente carência de atenção, sente falta da união familiar e após uma discussão com a mãe, foge de casa então, para um mundo único, criado em sua imaginação, habitado por monstros ferozes e selvagens, que o coroam rei. Adaptado da história infantil de 1963 (que tem pouco mais de 20 frases), de Maurice Sendak. O filme pode ter cara de bobinho, mas é extremamennte profundo, tocante e emocionante. Para adultos enxergarem a mente de uma criança, caso tenham esquecido, e lembrarem de como é importante a união, o respeito e a amizade. De Spike Jonze (Adaptation, videoclipes musicais), produção de Tom Hanks, entre outros, o filme possui maquiagem e efeitos sensacionais. Os efeitos para dar vida aos monstros gigantes e peludos são bem realistas, realmente impressionantes. O olhar de tristeza e solidão, presentes o tempo todo, chega a ser inquietante, e isso nada mais é do que reflexo do que se passa na cabeça dessa criança cheia de energia, porém com grande carência afetiva. Cada monstro representa uma característica de sua personalidade, ou reflexo das pessoas com quem o menino se relaciona. E é difícil aqui determinar as características exatas, pois os monstros possuem uma personalidade extremamente complexa e humana. Alguns nomes de peso no elenco, como a mãe do menino Max, Catherine Keener, e o namorado, Mark Rufallo (uma ponta apenas), e nas vozes dos monstros, James Gandolfini, Forest Whitaker, Chris Cooper, só para citar alguns. Um filme muito bonito de se ver.
E enfim, Sandra Bullock (Crash, The Lake House) levou um Oscar de melhor atriz. Antes imaginei ter sido meio que uma "forçação" de barra, afinal... assim como Reese Witherspoon, Julia Roberts e Meg Ryan ela faz parte do time de American Sweethearts. Mas para a minha surpresa, foi merecido! Ela foi muito bem. Uma pena que seu colega de trabalho seja tão fraco.
Tá certo que o ator (ator?) Quinton Aaron recebeu um papel de poucas falas, mas já cansamos de ver excelentes performances de expressões corporais. Esse cara serve bem ao papel pelo biotipo que tem, mas infelizmente parece não ter muito jeito para atuar. Hoje lembrei do Ralph Fiennes que em "Spider" deu uma aula como esquizofrênico, praticamente sem falar. E me fez pensar: "É, o cara do Blind Side é bem ruim mesmo então".
De qualquer forma, não estraga o filme, que é legal. The Blind Side é sobre bondade, amor ao próximo. E achei legal principalmente por isso. A personagem de Sandra Bullock encontra ao acaso um negro grandão, vivendo na miséria, muito traumatizado, morando num ambiente de gangues e vagabundagem... mas de ótimo coração. Ela então busca dar a ele educação e dignidade.
A história passada no filme é verídica. É sobre Micheal Oher, jogador da NFL (Futebol Americano) que se tornou a primeira escolha no draft, após ter sido disputado a tapas por inúmeras universidades. Da miséria ao estrelato.
Muito bem abordada toda a questão social do envolvimento dos dois. Da a aprovação à discriminação.
Outro destaque curioso ficou para o garotinho Jae Head, que faz o filho de Bullock. Bom atorzinho mirim hein!
Uma pausa agora, nas grandes produções, gostaria de compartilhar essa animação hilária, um curta de 6 minutos, que anda ganhando prêmios e fazendo sucesso no Youtube. Recebi a dica de Pidgeon: Impossible por acaso, enviado pelo meu pai. Estava me preparando para assistir um DVD, mas parei tudo e o resultado foi esse post exclusivo! Este curta de animação foi lançado em Maio de 2009, um projeto pessoal do escritor/diretor Lucas Martell. Foram 5 anos de produção, que começaram como uma simples curiosidade de aprender a fazer animações em 3D. O sujeito se envolveu tanto em sua brincadeira, que o resultado foi esse trabalho maravilhoso que pode ser conferido AQUI.
A história é simples, um agente secreto comendo seu lanche nas ruas de Washington DC, quando um POMBO de rua acontece em sua vida. De uma situação banal, emerge o caos e a insanidade, para desespero do agente.
Assista e comente. A seção é gratuita e está a apenas um clique!
Assim eu infarto!! heheh... Dois FILMAÇOS seguidos é demais! Coraline é tão bom, mas TÃO bom, que eu fico na dúvida se supera o também maravilhoso "Up"!
Tá certo que a Pixar e Dreamworks com seus excelentes traços gráficos e muito bom gosto para screenplays são imbatíveis, mas quando surge algo tão diferenciado, te faz sair da rotina de animações tão parecidas de hoje em dia, com tantos filmes de bichos. Não que eu não goste, eu sou praticamente um viciado! Mas toda surpresa e originalidade, depois de taaaantas experiências já realizadas no mundo do cinema vem sempre à calhar!!
Esse filme me fez pensar: "Eu não coloco isso como Kid's Hint no Blog nem a pau!", heheh... Afinal, a história apesar de infantil, é de uma tensão bem grande. Trabalha com muitos medos, coisas sombrias, universo paralelo, maldade, fantasmas de crianças assassinadas, entre outros aspectos não muito ideais para crianças abaixo dos 8 anos, pelo menos. Em 2018 então assistirei com minha filha.
A voz de Coraline ficou bem legal, feita pela fofíssima Dakota Fanning. Sua personagem é seduzida por um universo paralelo onde sua vida é como um sonho, de um mundo perfeito. Tudo é melhor: sua casa, seus pais, seus briquedos, sua comida, etc. O problema é que esse paraíso vem acompanhado de algo malígno.
Ao final do filme cheguei a seguinte conclusão: "Minha coleção de animações vai precisar deste! Mas onde achar?!?". É... ainda não procurei pelo Brasil, mas também sequer ouvi falarem algo por aqui. Então está lançada a caça ao DVD!
Ahhh!! IMPORTANTE DETALHE: O filme foi TOTALMENTE feito em STOP-MOTION !! Para quem não sabe o que é, CONFIRA AQUI !!
Após ver este FILMAÇO eu tive que esperar minha euforia abaixar um pouco para escrever sobre ele!! Quando me deparo com uma história tão boa, interpretações fenomenais, roteiro perfeito, ótima trilha sonora e tudo mais que um filme precisa para ser excepcional... fico tão empolgado que preciso me frear para não encher tanto a bola e de repente fazer com que amigos e familiares, ao me ouvirem (ou lerem), não vejam um filme com um peso crítico enorme.
Mas sinceramente, neste caso é bem difícil! Estou perplexo até agora. Shutter Island é definitivamente um filme para ser aplaudido de pé, pelo conjunto da obra. E que obra! Realmente parece que a dupla Martin Scorcese e Leonardo DiCaprio tem uma química perfeita.
O filme conta com excelentes atores, que com um screenplay como este puderam se esbanjar! São eles: Leonardo DiCaprio (The Departed, Titanic) que deu uma AULA e registrou cenas que ficarão na minha cabeça pelo resto do ano, no mínimo! Protagonizou cenas que me deram nó na garganta e arrepios; Mark Ruffalo (Blindness) que como coadjuvante foi discreto mas muito bem; Ben Kingsley (Shindler's List, Lucky Number Slevin) que há muito tempo não o via em bons filmes!; Michelle Williams (Brokeback Mountain) que mais uma vez foi bem e Jackie Earle Haley (Watchmen, A Nightmare On Elm Street) que acredito que será um dos atores de ponta nos próximos anos!! Ao lado de Joseph Gordon-Lewitt, Ben Foster e Christopher Waltz.
Amigos, que trama!! Muito bem escrita, roteiro de primeira linha mesmo. Vou me limitar dizer apenas que o filme se passa em 1954, numa ilha onde há uma instituição em que DiCaprio e Ruffalo vão até lá para investigar o desaparecimento de uma mulher. Qualquer vírgula a mais que eu disser poderá comprometer e estragar diversos segredos que encontrarão ao ver o filme. Ah...! QUE FINAL!! QUE FINAL!!
Um detalhe que gostei demais foi a trilha sonora... sem músicas redondinhas, e sim arranjos no bom e velho estilão Hitchcock!! O que foi aquilo!!! O som do filme é tão interessante que te faz lembrar daqueles suspenses bem antigos, mas com as boas imagens de hoje.